José Henrique Lamensdorf - translation - tradução


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SERVIÇOS DE TRADUÇÃO

PORTUGUÊS > TRADUÇÃO

Traduzo profissionalmente entre inglês e português desde 1973. Agrego ao trabalho de tradução alguns outros serviços, por exemplo: editoração eletrônica (DTP), legendagem de vídeos e autoração de DVD.

Trabalho em qualquer variante das línguas de origem, porém como línguas de destino ofereço apenas português do Brasil e inglês dos Estados Unidos.

Minhas áreas de especialização em tradução são:

  • Comunicação empresarial
  • Administração
  • Recursos Humanos
  • Marketing
  • Treinamento e desenvolvimento
  • Material instrutivo e educacional
  • Manuais de instruções
  • Traduções Juramentadas
  • Vídeo para dublagem ou legendagem


Como qualquer tradutor, também traduzo muitas outras áreas genéricas, porém especificamente
não traduzo textos técnicos de medicina e contabilidade/finanças, salvo quando dirigidos a um público leigo nesses assuntos, do qual eu também faça parte.


Algumas considerações sobre a qualidade em tradução

Seria de se esperar que eu aproveitasse a atenção do leitor para louvar os atributos do meu trabalho de tradução, como todos fazem. Poderia mencionar qualidade, rapidez, perfeição... Afinal cada um quer isso ao contratar alguém para lhe prestar um serviço.

Todavia prefiro manter o meu hábito de agregar valor para o cliente, dando-lhe algumas informações essenciais para encontrar o tradutor mais adequado às suas necessidades. Se for eu, tanto melhor, contudo prefiro que cada trabalho seja feito pelo profissional mais adequado.

Em primeiro lugar, vamos deixar fora a parte regulamentada da tradução: traduções juramentadas. Elas cumprem certas exigências legais bem específicas, e precisam ser feitas por pessoas legalmente habilitadas para tanto, em condições bem definidas (preços inclusive). Conceitualmente, qualquer tradutor juramentado passou por um exame, e foi considerado pelos órgãos competentes como capaz de fazer este tipo de serviço satisfatoriamente. Se descumprir qualquer uma das determinações legais a respeito, particularmente no que se refere a preços, é razoavelmente seguro pressupor que esteja negligenciando outras, como a qualidade. Sou tradutor juramentado, e há informações detalhadas a respeito em outra parte deste site.

Posto isso de lado, não há nenhum impedimento a que qualquer pessoa faça traduções. Dada a semelhança dos idiomas, há gente que traduz do espanhol para o português sem jamais ter estudado para isso. Há gente que traduz de outros idiomas estrangeiros nos quais conta apenas com noções básicas. E ainda há sites na Internet que oferecem tradução automática gratuita, por exemplo Google Translate e Babelfish.

Embora a tradução humana insipiente e a tradução automática apresentem falhas diferentes, o nível geral de qualidade em ambas é parecido.

Tendo eliminado os dois extremos, ficamos com o mercado da tradução profissional, que é desregulamentado. O cliente de tradução pode se sentir um pouco perdido ao tentar contratar um tradutor. É perfeitamente compreensível. Se eu fosse contratar um taxidermista - profissão da qual reconhecidamente não entendo nada - também não teria a menor noção de custos.

A primeira consideração essencial é o par de idiomas envolvido, o idioma de origem e o de destino, e a variante deste último, por exemplo: português do Brasil ou de Portugal?. De nada adiantará contratar um tradutor de outros idiomas, ou da variante "errada" em relação ao público-alvo. Dentro de um par de idiomas, também é preciso considerar o sentido da tradução, de qual para qual. Há bons tradutores, até especializados, que trabalham num único sentido. Isto é uma opção pessoal de cada tradutor.

Pelo bem da qualidade, não convém forçar um tradutor para fora da sua "zona de conforto". A argumentação de que
"você traduz do inglês, fala bem francês, por que não pode me traduzir este texto do francês?" é um modo seguro de comprometer a qualidade. Por outro lado, todos os tradutores juramentados traduzem nos dois sentidos nos pares de idiomas para os quais foram habilitados.

Há clientes que somente aceitam tradutores que trabalhem para o seu idioma "nativo". Existe uma longa celeuma sobre o que seria um idioma "nativo". Visto que isso depende da história individual de cada um, não podem existir regras fixas a este respeito. Na minha opinião, essa restrição se justifica no caso de textos publicitários, literários, de inspiração pessoal e vários outros. Todavia ela perde sua razão de ser em textos do cotidiano, técnicos, informativos e muitos outros.

Ficou perplexo? Posso lhe dar um bom exemplo pessoal. Quando traduzi meu próprio livro para o inglês, mandei revisar por um canadense, Barry Arnst. Um americano comentou muito adequadamente a sensatez de ter procedido assim:
"Pouco importa o seu domínio de inglês. O fato de você viver no Brasil é o bastante para impedi-lo de expressar suas idéias como um americano o faria hoje." A conclusão é que nos casos onde a forma de expressão for essencial, convém a tradução ser feita por alguém capacitado no país de origem do texto, e complementá-la com uma revisão por alguém capaz no país de destino da tradução. Contudo, estes casos são relativamente raros na tradução comercial.

Outro critério importante é o assunto. Não adianta dizer ao tradutor que se trata de uma tradução
técnica. Considerando o avanço da tecnologia, não se trata de um estilo de redação técnico ou não, mas do conhecimento que o tradutor possa ter sobre o assunto. Para traduzir qualquer texto, o tradutor precisará entendê-lo perfeitamente, e saber expressar o seu conteúdo no idioma de destino. Se ele não entender perfeitamente o texto original, não terá condições de expressar esse conteúdo em outro idioma.

Um modo de determinar se uma tradução exige um tradutor especializado no assunto em questão é verificar o público-alvo do texto original. Peguemos como exemplo uma tradução que trate de medicina. Se for um artigo a ser publicado numa revista destinada a médicos, será preciso um tradutor especializado em medicina. Se for um artigo para o público leigo em geral, por exemplo sobre os sintomas e maneiras de evitar alguma doença, qualquer bom tradutor dará conta do recado. O mesmo se aplica em qualquer outra área: o tradutor precisa ser compatível com o nível de conhecimento específico do público-alvo da tradução.

Finalmente, há uma questão de mídia: qual é o meio em que se encontra o original? Tradicionalmente, a tradução em si envolve apenas
texto. Não se passaram tantas décadas desde os tempos em que a ferramenta de trabalho do tradutor era uma caneta ou uma máquina de escrever. Como o estágio atual da informática permitiu que o usuário de computador tivesse acesso a um novo mundo de recursos, há tradutores que oferecem outros serviços além da tradução, como editoração eletrônica (DTP), legendagem de vídeo, narração e gravação de áudio, autoração de apresentações ou DVD e muitos outros.

O importante é lembrar que estes serviços não são de tradução, mas
adicionais. Se o mesmo tradutor não os fizer, será preciso contratar profissionais específicos que o façam. A mensagem aqui é que ao pedir, por exemplo, apenas a tradução de um catálogo de produtos, isto não incluirá a diagramação e a montagem de um catálogo em outro idioma. Alguns tradutores fazem isso (DTP), outros terceirizam, e há os que entregam apenas o texto traduzido para que o cliente providencie esse trabalho.

Ainda quanto à forma, pode haver exigências quanto ao programa (software) específico com que o material a traduzir tenha sido criado. É o padrão de mercado, a quase totalidade dos tradutores trabalha com Microsoft Word. Contudo se o trabalho envolver Excel, PowerPoint, QuarkXpress, InDesign, AutoCAD, ou uma infinidade de outros, poderá ser preciso procurar mais.

Se tiver necessidades específicas de tradução, o melhor será encontrar um tradutor de sua confiança bem entrosado na comunidade mundial de tradutores, integrada pela Internet. Se ele efetivamente merecer essa confiança, sempre que não puder fazer um serviço pessoalmente, ele irá lhe indicar alguém igualmente confiável que o faça.



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